O exame laboratorial,
chamado também de triagem neonatal, detecta
precocemente doenças metabólicas,
genéticas e infecciosas, que poderão
causar alterações no desenvolvimento
neuropsicomotor do bebê. Esse exame é
popularmente conhecido como teste do pezinho, pois
a coleta do sangue é feita a partir de um
furinho no calcanhar do bebê.
Esse exame é realizado
em grande parte nas maternidades quando o bebê
completa 48 horas de vida. Antes disso, o teste
pode sofrer influência do metabolismo da mãe.
O exame também é feito em laboratórios.
O ideal é que o teste seja feito até
o sétimo dia de vida. Basta apenas uma picada
no calcanhar do bebê para retirar algumas
gotinhas de sangue que serão colhidas num
papel filtro e levadas para serem analisadas.
Para quem não sabe, o teste do pezinho é
obrigatório por lei em todo o Brasil e a
simples atitude de se realizar o exame faz com que
doenças causadoras de seqüelas irreparáveis
no desenvolvimento mental e físico da criança
sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento
dos sintomas.
DICAS!
Não esqueça de buscar o resultado.
Qualquer alteração no resultado, leve
para o pediatra examinar.
Não se preocupe se tiver que repetir o exame.
O teste do pezinho exige repetição
para esclarecer o primeiro resultado, quando suspeito
de normalidade ou quando o teste é realizado
antes de 48 horas de vida.
Um resultado normal, mesmo no teste ampliado, não
afasta a possibilidade de outras doenças
neurológicas genéticas ou adquiridas.
O teste não diagnostica, por exemplo, a síndrome
de Down.